31 de ago de 2013

Antáres

Esgueirei-me por teus olhares
Esperei cair noite
Ríspida
Chegando em súbito pranto

          Queres matar-me
          Em leito
          Desfalecer-me
          Sobre o desfeito

Por demais suspirei
Derramei-me
Recordando, sobre as pedras,
Teu abraço letal

         O ensejo final

Acabo por aqui
Noite adentro
Deixo passar o vento
Cruzar o breu devasto
De um peito
Que cedeu a teus encantos

Por Vitor C. Ramos

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Verões

Aquelas
E tantas
Elas

Razões demais
Versos
Anais

Refrões
Versos
Verões

Repetição
Análoga
Versões

Querer
Por assim
Fim

Por Vitor C. Ramos

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Inocência

Chamava de longe
Timbres fogosos
Inocência!

- O INOCÊNCIA!

- Quem é? (perguntava, sempre)

--Quem mais, é seu primo Ricardo

-Que quer Ricardo?

--Lhe falar.

-Não quero palavrear hoje

--Não se faça Inocência

-Faço nada mais por hoje, nem nunca talvez!

Inocência
Fez-se assim
Crente
Sempre demais

Por Vitor C. Ramos

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